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    <title>Softwares corporativos &amp;#40;ERP/CRM/BI/etc&amp;#41;</title>
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    <link>http://www.codix.com.br/</link>
    <language>pt</language>
    <pubDate>Thu, 23 Apr 2009 10:31:33 -0300</pubDate>
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      <title>Principais desafios na adequação à NF-e envolvem TI</title>
      <description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">"Não existe solução que possa ser considerada definitiva para adequação às notas fiscais eletrônicas. Cada empresa tem uma demanda", afirmou Paulo Gabech, gerente de certificação digital da Serasa Experian, na última semana, durante o 3º Fórum Nacional de Sped e NF-e. Ele citou quais são as maiores dificuldades enfrentadas pelas companhias no processo de implantação.<br /><br />Segundo Gabech, há um percurso a ser seguido em qualquer opção escolhida pelas empresas. Primeiramente é preciso formar a base tecnológica para o sistema digital e realizar a confirmação fiscal. Tendo feito isso, é preciso criar a assinatura digital, emitir a NF-e e enviá-la para a Secretaria da Fazenda.<br /><br />A questão é que, antes de estabelecer toda esta rotina, as empresas já sentem a dificuldade em rever seus processos e o próprio sistema de faturamento como um todo. Além disso, Gabech aponta como outros desafios recorrentes na implantação o tratamento de cadastros dos clientes e a confirmação e monitoramento da situação fiscal deles.<br /><br />"Este parece ser um procedimento simples, mas a grande maioria das empresas tem problemas com relação a isso e é um fator que impacta no faturamento delas", alerta o gerente.<br /><br />A questão da segurança foi mencionada por Gabech como um problema de infraestrutura na capacitação para armazenar os arquivos de NF-e, de modo que as consultas fossem recuperadas com facilidade. Ele explica que a preparação para possíveis erros é fundamental:<br /><br />"É preciso ter um sistema confiável e a contingência é extremamente importante porque a falha pode vir da Secretaria da Fazenda, da rede provedora de internet ou do próprio ambiente da empresa".<br /><br />Outras dúvidas: ainda existe confusão em relação às notas de mercadoria. "São iniciativas de municípios e prefeituras distintas, com quase centenas de legislações específicas e projetos de nota fiscal eletrônica de serviços e, por isso, eles ainda não estão contemplados neste contexto", explica Gabech.<br /><br />Segundo o especialista faz parte da evolução do Sped que elas s sejam incorporadas futuramente. <br /><br />Leia a íntegra no site original: <a onclick="window.open(this.href); return false;" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=58507" onclick="window.open(this.href); return false;">clique  aqui</a>.  <br /></div>]]></description>
      <link>http://www.codix.com.br/corporativo/items/principais-desafios-na-adequacao-a-nf-e-envolvem-ti.html</link>
      <pubDate>Wed, 24 Jun 2009 10:11:00 -0300</pubDate>
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      <title>Gartner lista cinco atributos para cloud computing</title>
      <description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O termo <em>cloud computing</em> vem sendo usado a exaustão no mercado de TI. O burburinho contrasta com sua adoção ainda tímida. Espera-se que o conceito ganhe força nos próximos anos.<br /><br />Mas ainda há dificuldade até para contextualizar o conceito. Para o Gartner, computação em nuvem pressupõe escalabilidade e elasticidade que permite entrega de tecnologia sob demanda suportada pela internet.<br /><br />O instituto listou cinco atributos a serem observados por quem quer aderir à computação em nuvem. Confira:<br /><br /><strong>Baseado em serviços</strong>: é importante estabelecer relações claras nos níveis de serviço, sendo que as tecnologias ofertadas devem se adaptar as necessidades dos consumidores e não o inverso. Os contratos devem considerar disponibilidade, tempo de resposta, desempenho versos preço; além de processos operacionais claros e pré-estabelecidos.<br /><br /><strong>Escalável e elástico</strong>: <em>cloud computing</em> precisa oferecer a capacidade de aumentar ou diminuir a utilização da tecnologia de acordo com a demanda. Essa equalização pede automação e respeito a prazos curtos. Além disso, o conceito implica que recursos podem ser acrescidos ou retirados do pacote contratado conforme a necessidade do cliente.<br /><br /><strong>Compartilhado</strong>: o compartilhamento de recursos trazidos pela computação em nuvem permite economias de escala, com a TI sendo utilizada no máximo de sua eficiência.<br /><br /><strong>Medido pelo uso</strong>: o prestador de serviços cobra o usuário pelo quanto ele usou da tecnologia e não no custo dos equipamentos/licenças. Isso pode significar planos de precificação "pague quanto consumir", assinaturas, planos fixos e, até mesmo, livres. Essa métrica pode ser definida por horas de utilização, transferência de dados, atributos entregues, etc.<br /><br /><strong>Por meio da internet</strong>: <em>cloud computing</em> chega ao usuário através de identificadores de internet, formatos e protocolos (como URLs, HTTP, IP ou arquitetura orientada a web). <br /><br />Leia a íntegra no site original: <a onclick="window.open(this.href); return false;" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=58513" onclick="window.open(this.href); return false;">clique  aqui</a>.  <br /></div>]]></description>
      <link>http://www.codix.com.br/corporativo/items/gartner-lista-cinco-atributos-para-cloud-computing.html</link>
      <pubDate>Wed, 24 Jun 2009 10:08:00 -0300</pubDate>
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      <title>Nova versão 1.3 do IBM Lotus Symphony, baseado no código do OpenOffice</title>
      <description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">A IBM lançou a versão 1.3 do IBM Lotus Symphony, seu conjunto de aplicativos de escritório (textos, planilhas e apresentações) derivado a partir do código do OpenOffice.<br /><br />A nova versão está disponível para Ubuntu, Red Hat, SUSE, Mac OS X e Windows, e inclui entre suas novidades melhor desempenho no Mac OS X, suporte a importar arquivos do Microsoft Office 2007, e tabelas DataPilot nas planilhas. Este <a href="http://download.boulder.ibm.com/ibmdl/pub/software/dw/lotus/Symphony/New_Features_13/Symphony13NewFeatures.htm" onclick="window.open(this.href); return false;">vídeo</a> mostra uma apresentação e narrativa legendada das novidades.<br /><br />Leia a íntegra no site original: <a onclick="window.open(this.href); return false;" href="http://br-linux.org/2009/video-nova-versao-13-do-ibm-lotus-symphony-baseado-no-codigo-do-openoffice/" onclick="window.open(this.href); return false;">clique  aqui</a>.  </div>]]></description>
      <link>http://www.codix.com.br/corporativo/items/nova-versao-13-do-ibm-lotus-symphony-baseado-no-codigo-do-openoffice.html</link>
      <pubDate>Tue, 16 Jun 2009 06:55:00 -0300</pubDate>
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      <title>100.000 instalações de Firefox no Banco do Brasil</title>
      <description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O Luiz Cruz, da Info, divulgou a notícia de que o Banco do Brasil passou a marca de 100 mil computadores rodando o Mozilla Firefox.<br /><br />Segundo ele, a instituição informa que o Firefox está presente desde 2005, quando teve início a implantação em massa de ambientes livres nos computadores. A nota ressalta que 65 mil do total de máquinas utilizam Linux e 35 mil ainda não — no entanto, as 35 mil não migradas utilizam BrOffice e Firefox.<br /><br />A nota da Info também destaca algumas informações obre o processo de migração e dá uma lista de <em>softwares </em>de código aberto em uso no BB.<br /><br />Leia a íntegra no site original: <a onclick="window.open(this.href); return false;" href="http://br-linux.org/2009/100000-instalacoes-de-firefox-no-banco-do-brasil/" onclick="window.open(this.href); return false;">clique aqui</a>. </div>]]></description>
      <link>http://www.codix.com.br/corporativo/items/id-100000-instalacoes-de-firefox-no-banco-do-brasil.html</link>
      <pubDate>Mon, 08 Jun 2009 07:43:00 -0300</pubDate>
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      <title>Pirataria cai no Brasil, mas ainda dá prejuízo de US$ 1,6 bi</title>
      <description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Relatório apresentado pela Abes e BSA revela que o país tem menor taxa de <em>pirataria </em>de software entre membros do BRIC.<br /><br />O <em>software </em>falsificado é um problema recorrente, sobretudo em países em desenvolvimento. De um lado, a indústria faz as contas do prejuízo e, de outro, governos tentam amenizar a situação com legislações punitivas à prática da pirataria. Em alguns casos parece surtir efeito. Um desses exemplos é o Brasil, onde, nos últimos três anos, o índice de pirataria caiu seis pontos percentuais e hoje está em 58%, ainda bastante alto. O percentual também é suficiente para manter o País entre as dez nações que mais provocam dano financeiro por conta da falsificação.<br /><br />As informações são do 6º Estudo Anual Global de Pirataria de <em>Software</em>, apresentado pela Associação Brasileira das Empresas de <em>Software </em>(Abes) e pela <em>Business Software Alliance</em> (BSA). De acordo com o relatório, o valor monetário de <em>software </em>não licenciado no Brasil, em 2008, somou US$ 1,645 bilhão, alta de 1,73% sobre 2007. Mesmo com tal prejuízo, o documento, produzido pela IDC, nota que o País reduziu o ritmo de crescimento das perdas, que entre 2005 e 2007 saltou 111%.<br /><br />O estudo, que traz um panorama sobre a pirataria em mais de 100 países, revelou também que entre os membros do BRIC (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil tem a menor taxa de pirataria. Na China, o índice chega a 80%.<br /><br />Já na região da América Latina, o Brasil tem a segunda menor taxa, perdendo apenas para a Colômbia, que tem 56%. Em contrapartida, o País lidera o <em>ranking </em>de perdas geradas pela pirataria. Na região, os piores índices de falsificação estão na Venezuela (86%), Paraguai (83%) e Bolívia (81%). O documento relata ainda um dado positivo vindo da Argentina. O país vizinho conseguiu reduzir em 8,37% o volume de perdas resultantes da pirataria.<br /><br />De forma geral, a pirataria de <em>software </em>no mundo subiu de 38% para 41% em apenas um ano, influenciado principalmente pelo avanço do mercado de PCs nos páíses emergentes, onde o índice de falsificação já é notadamente elevado. Isso fez com que o prejuízo gerado também avançasse: 11%, somando US$ 53,1 bilhões. De acordo com o estudo, de cada US$ 100 gastos com <em>software</em>, US$ 69 eram destinados a produtos piratas. Dos 110 países pesquisados, 57 conseguiram reduzir a pirataria, em 40 o índice se manteve estável e, em 13, houve crescimento. <br /><br />Leia a íntegra no site original: <a onclick="window.open(this.href); return false;" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=57308">clique aqui</a>.<br /></div>]]></description>
      <link>http://www.codix.com.br/corporativo/items/pirataria-cai-no-brasil-mas-ainda-da-prejuizo-de-us-16-bi.html</link>
      <pubDate>Wed, 13 May 2009 07:07:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://www.codix.com.br/corporativo/items/pirataria-cai-no-brasil-mas-ainda-da-prejuizo-de-us-16-bi.html</guid>
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