O Brasil pode se tornar um grande
player no mercado de
outsourcing global. Essa afirmação é repetida por diversos empresários brasileiros e alguns estudos internacionais revelam que o País pode aproveitar oportunidades - como a atual crise financeira - para ganhar espaço como destino de terceirização. Um intrigante
ranking divulgado nesta semana, pelos autores do livro
Black Book of Outsourcing, no entanto, apontou o Rio de Janeiro como uma das cidades mais perigosas para se fazer
outsourcing no mundo. Para o Gartner, entretanto, a situação não é bem esta.
O vice-presidente de pesquisa da empresa, Ian Marriot, afirmou que a validade deste relatório foi muito discutida. O executivo sinalizou discordar do resultado e explicou: "se você for a Mumbai, você poderá considerar um dos locais mais perigosos ou mesmo Moscou. As organizações devem olhar o pacote completo. Se você visita uma cidade ou país que nunca conheceu, deve ficar cauteloso. Não acho que São Paulo ou Rio de Janeiro sejam mais perigosas que outras cidades no mundo."
Na visão de Marriot, ao escolher o Brasil ou qualquer outro país como provedor, a companhia deve observar capacidades, clima, se está suscetível a desastres naturais, risco de terrorismo e outros problemas civis.
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